Só se fala nisso no mundo da tecnologia. Samsung levou bomba no julgamento de patentes movido pela Apple. Ainda cabe recurso, mas o futuro do Galaxy, bem como o do Android, está em jogo!

Só se fala nisso no mundo da tecnologia. Samsung levou bomba no julgamento de patentes movido pela Apple. Ainda cabe recurso, mas o futuro do Galaxy, bem como o do Android, está em jogo!

Um amigo me enviou esse artigo que quero compartilhar com todos.
É mais um dos magníficos exemplos de como o Brasil “incentiva” as pessoas empreendedoras e preocupadas em melhorar nosso sofrido país.
O governo, que não faz a parte dele, e acha que a solução é esse vale esmola mensal, ainda por cima multa quem resolve fazer alguma coisa!
Artigo da Revista Exame: "Sou um fora da lei"
Meu amigo, na próxima eleição, vote somente em quem nunca teve mandato. Pelo menos assim, vamos ver se a fila anda e a canalha que está apinhada lá a anos se manca.
A crise de ideias em Hollywood parece estar cada vez pior!
Lorenzo di Bonaventura, produtor das franquias Transformers e G.I. Joe, e Gigi Pritzker, da Odd Lot Entertainment, adquiriram os direitos para transformar esse clássico em filme. Agora estão atrás de roteirista para tentar conseguir transformar Space Invaders em algo que possa ser chamado de longa metragem.
Para quem não lembra, Space Invaders é um jogo em que se controla um canhão, que deve destruir os aliens que se aproximam. Você pode jogá-lo clicando AQUI.
Sinceramente, acho que tem certas coisas que devem ficar aonde estão. Space Invaders é um jogos do passado, com uma velocidade, temática e jogabilidade de uma outra época. Como algo assim pode ser transformado em um filme de ação do século XXI? Bom…quem viver, verá!
Saiu na Folha.com.
O Pa$tor R.R. Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, que de graça não dá nada, está inovando. Depois de faturar com uma rede de TV por assinatura, agora está lançando o serviço de coleta de dízimo por meio de débito direto em conta-corrente. Soares também está lançando o cartão de crédito chamado de “Heaven Card”.
Veja a reportagem na Folha.com.
Ao que parece, essa máxima do universo – Lei da conservação das massas – está sendo levada muito a sério em Hollywood ultimamente. É só você ver a quantidade de remakes em produção! Isso, sem contar as continuações, claro. Dá só uma olhada nessa rápida seleção!
Pra começar, um remake de um sucesso de quando eu era adolescente. A Hora do Espanto. As cenas do trailer me deram uma sensação de déjà vu tão forte que tive a nítida impressão que será o mesmíssimo filme, com atores diferentes.
Esse acharam perdido lá no comecinho dos anos 80! Conan – O Bárbaro, pelo menos no trailer, parece que vai ser um dos bons filmes de ação do ano.
Esse não é bem um remake, está mais para uma ressuscitação. Os Smurfs ganham uma versão live action. Estou tendo calafrios!
Pois é. Estão re-filmando qualquer coisa, mesmo. Arthur – O Milionário Irresistível. Melhor nem comentar mais nada.
Capitão América – First Avenger, não chega a ser um remake, mas já teve uma dezena de versões para cinema e TV. Parece que finalmente vão acertar uma história decente.
Não poderia faltar mais um do Três Mosqueteiros. Veja o trailer e tire suas próprias conclusões.
Tem, também, o nacional Bonitinha, Mas Ordinária, baseado em um daqueles livros bonitinhos, mas ordinários, de Nelson Rodrigues.
E ainda tem as continuações. Esse ano e no próximo já há várias programadas.
Piratas do Caribe 4 – Navegando em Águas Perigosas : Jack Sparrow está de volta!
Deu a Louca na Chapeuzinho 2 : O primeiro filme já não era grande coisa.
Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2 : É a saga Harry Potter chegando ao fim.
Kung Fu Panda 2: Parece interessante.
Premonição 5 : Tenho a premonição de que outras continuações virão!
Piranhas 3DD : Rapaz! Até isso desenterraram!
Rise Of The Planets of Apes: Está em produção. Só espero que não seja tão doido quanto o anterior.
Transformers 3: Os robôs gigantes voltando para detonar tudo!
X-Men: First Class: Continuação que, na realidade, conta a história de como tudo começou.
The Amazing Spider-Man: Ainda em produção e sem muita coisa para mostrar.
Tainá – A Origem: Totalmente dispensável!
Carros 2 : Umas das continuações mais desnecessárias do ano.
Batman – The Dark Knight Rises : Está em pré-produção e não tem nenhuma imagem ainda.
Sherlock Holmes: A Game of Shadows : Em produção.
Se Beber, Não Case 2: Mais loucuras em outra bebedeira!
Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 : Ainda em produção.
Pequenos Espiões 4: Mais um dispensável
Homem de Ferro 3: Esperadíssimo!
Diário de um Banana 2
Baterias que duram 18 meses, lâmpadas feitas para durar 1000 horas, impressoras que param de funcionar após imprimir um determinado número de cópias…verdade ou teoria da conspiração? Bom, assista a esse documentário da TV espanhola rTve e tire suas próprias conclusões.
Reportagem do site da revista Exame listando 12 negócios que mudaram o jeito como comemos, compramos e nos relacionamos com o mundo!
Para consultor, que atua no mercado editorial há 40 anos, substituição de obras impressas por ebooks é caminho sem volta
16/08/2010 | 16:06
São Paulo - O futuro dos livros impressos é uma discussão polêmica. De um lado, há pesquisadores que acreditam que o crescimento das vendas de livros digitais não implica necessariamente no fim das obras em papel, e que ambos os formatos podem coexistir. Outro grupo, mais radical, prevê que as bibliotecas impressas, consolidadas ao longo de séculos, devem se tornar meros cenários históricos, e que todo o conteúdo disponível será transposto para as plataformas digitais.
Mike Shatzkin, especialista em toda a cadeia produtiva dos livros nos Estados Unidos e fundador da consultoria The Idea Logical Company, de Nova York, pertence ao segundo grupo. Para ele, a substituição dos livros pelos e-readers é um caminho sem volta e que tem prazo para acontecer. Em no máximo 30 anos, uma criança ao ver um livro de papel estranhará e perguntará "o que é aquilo, mamãe?", garante o consultor. Tudo isso refletirá no trabalho de editoras, livrarias e de escritores. E estimulará a leitura, segundo ele.
Shatzkin visitou o Brasil pela primeira vez para participar do Fórum Internacional do Livro Digital, que precedeu a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Ele conversou com o site EXAME no saguão do hotel em que se hospedou, entre uma leitura e outra que faz em seu iPhone.
EXAME - Qual a sua experiência com a indústria editorial?
Shatzkin - Sou filho de um editor de livros. Meu pai trabalhou em grandes editoras norte-americanas, mas também tinha um passado ligado à tecnologia, à indústria de impressoras, e esteve envolvido com o Projeto Manhattan, dessa forma lidava com o trabalho de editoração com uma abordagem científica. Aprendi sobre editoração com ele e também conheci muita gente que aprendeu com ele. Em algum nível cheguei a conhecer os maiores nomes do setor editorial dos Estados Unidos. No fim dos anos 1970 comecei meu negócio próprio, como consultor, nos primeiros anos mais ligado à área de distribuição. Passei a estudar tecnologia nos anos 1990. Desde então, dedico parte do meu tempo para estudar o futuro da editoração. É um grande estudo que faço nos último 20 anos.
EXAME - Os livros digitais substituirão os livros de papel?
Shatzkin - Em algum momento, com certeza. Certamente haverá um momento em que a tela evoluirá para um ponto em que os livros de papel não serão mais necessários. Se você quer a textura de um papel, ela terá, se quiser usar uma caneta para fazer anotações, isso será possível. A tecnologia das telas vai avançando, e o papel vai ficando para trás, de uma forma irreversível. Então, a pergunta não é "se", mas "quando" e "de que forma" as coisas vão acontecer. Mas é uma via de mão única.
EXAME - Quantos anos você acha que serão necessários para essa mudança ocorrer?
Shatzkin - O dia em que uma criança verá uma pessoa lendo um livro de papel e perguntará "o que é aquilo, mamãe?", creio que podemos falar em 20 ou 30 anos. Mas se você perguntar "quando o livro impresso se tornará um objeto fora do comum, exótico, peculiar?" - e não estou dizendo "peculiar" no sentido de algo ruim, negativo, mas apenas, de alguma forma, excêntrico. Aí eu penso que esse dia não está tão longe assim. Podemos pensar em algo entre 10 ou 15 anos.
EXAME - E como a indústria editorial passará por essa mudança na plataforma de leitura?
Shatzkin - Se tornará algo totalmente irreconhecível, justamente como os livros. A indústria editorial é um conjunto de muitos modelos de negócios diferentes. Como uma editora de livros didáticos transforma seu capital em lucro é totalmente diferente de como uma editora de best-sellers faz isso. Os riscos são diferentes, os preços são diferentes, o mercado, tudo é diferente. Vamos pensar então apenas nas editoras de livros voltados ao leitor comum. Essa indústria virará completamente de cabeça para baixo. O que esse tipo de editora faz hoje? Ela pega o conteúdo, imprime e coloca nas prateleiras, onde os leitores encontram os livros para comprar. É o serviço que ela oferece, dando assistência para os autores. Mas se não houver prateleiras, como será? Como as editoras conseguirão encontrar valor? São perguntas complicadas, que não têm respostas automáticas.
EXAME - E no caso das livrarias, elas também terão de mudar completamente, certo?
Shatzkin - A forma de se pensar sobre isso é ir a uma livraria e ver o espaço destinado aos livros. Nos Estados Unidos, já atingimos um pico, um ponto máximo na quantidade de prateleiras para vendas de livros. Não tenho dados que mostrem isso, é afirmação baseada na observação, mas creio que em algum momento entre 2002 e 2006 chegamos a esse ponto. As lojas pequenas passaram a fechar, as grandes redes passaram a destinar menos espaço para os livros e colocar outros produtos nas prateleiras, como brinquedos e jogos. A forma como o mercado tenta atingir o consumidor mostra essa ascensão dos livros digitais. Não sei quando foi ou será esse ponto aqui no Brasil, já que a situação é completamente diferente. Se vocês ainda não chegaram nesse ponto, não deverá levar mais do que um ano para que isso certamente aconteça. E certamente irá acontecer, porque a venda online irá crescer, e o mercado de ebooks irá crescer, não há dúvidas quanto a isso. Tudo isso de alguma forma vai substituir as vendas que tomam espaço nas lojas, e as prateleiras de livros vão sumir.
Alguém pode questionar essa conjectura, mas eu não consigo ver como.
EXAME - Aqui no Brasil há muito poucos livros digitais publicados. As livrarias online falam em menos de dois mil até agora. Você acha que aspectos culturais podem fazer com que os ebooks se consolidem em alguns países e em outros não?
Shatzkin - É surpreendente para mim saber que o Brasil tem apenas essa quantidade, porque o Brasil é um país com uma diversidade cultural maior que os Estados Unidos. Mas a forma que os ebooks são aceitos é muito diferente em cada canto do mundo. Os japoneses, por uma série de razões, leem muito mais em smartphones. Isso tem a ver com cultura, com o modo como estão organizadas as operadoras de telefonia, tem a ver com o idioma e como os textos são exibido na tela, uma série de motivos. Mas mudar do papel para um dispositivo que se possa levar para qualquer lugar porque é mais conveniente certamente é uma razão universal. Não consigo acreditar que qualquer pessoa na Terra se puder fazer a mesma coisa sem ter de carregar peso extra e gastando menos dinheiro - porque o livro de papel sempre custará mais - irá rejeitar os livros digitais.
EXAME - Os escritores terão que mudar a forma como os livros são escritos?
Shatzkin - De um lado, hoje, neste momento, há um negócio bastante substancial de ebooks, que é exatamente igual ao de livros impressos - exceto pelo tamanho da página e das letras que podem ser alterados, e links que podem ser feitos entre o índice e os capítulos. O conteúdo é exatamente o mesmo e poderia estar no papel ou na tela. Esse tipo de livro, daqui dez anos permitirá algumas inovações, como abrir o dicionário quando você não souber o significado de uma palavra ou mostrar um mapa quando você tocar no nome de uma rua.
Separadamente há um outro tipo de livro, que dá uma experiência totalmente nova. Eu posso mexer nas imagens, posso, em algum ponto, escolher o destino da história, há muitas coisas que posso fazer. Já há muitas pessoas fazendo coisas nesse sentido. Conheço um escritor que está escrevendo a história de um casal, um homem de Londres e uma mulher de Nova York que se conversam por Skype. E a conversa no Skype pode ser ouvida e faz parte do conteúdo do livro. Não sei qual modelo será economicamente mais bem sucedido. As pessoas ainda irão testar possibilidades, ver o que acontece e esse processo durará muitos anos. Mas todos esses recursos agora são possíveis.
EXAME - O uso de e-readers pode estimular as vendas de livros e a leitura?
Shatzkin - Sim, haverá mais consumo. A cadeia produtiva do livro não ganhará mais dinheiro, mas haverá mais consumo. Se você perguntar para qualquer pessoa que tem um e-reader, ela irá dizer que lê mais do que antes de ter o dispositivo. Um dos motivos é que ela carrega o livro com ela o tempo todo. Eu tenho dezenas, centenas de livros comigo o tempo todo, e posso abrir qualquer um deles a qualquer hora, esperando no lobby de um hotel, por exemplo. Com certeza isso me faz ler mais.
EXAME - Algumas pessoas dizem que ler um texto em um e-reader não é a mesma coisa que ler um livro físico. Você acha que isso pode ser um entrave para a popularização desses equipamentos?
Shatzkin - Há empresas de tecnologia e cientistas trabalhando em novos e-readers 24 horas por dia, buscando dispositivos melhores o tempo todo. Vários equipamentos novos são lançados todos os meses. Então as perguntas que devemos fazer são"quando essas melhorias vêm?" e "que aspecto deverá ser consertado antes?". Mas não tenho dúvidas de que as características consideradas negativas nos leitores digitais estão na lista de prioridades de todo mundo que trabalha com isso.
EXAME - Você ainda lê livros em papel?
Shatzkin - Não, já não os leio há três anos. Nos sete anos anteriores a esses, eu li quatro livros digitais para cada impresso. E há uma razão para eu não ter abandonado os livros de papel antes. Em 2005, eu lia livros em um Palm Pilot, mas muita coisa que eu queria não estava disponível para meu equipamento. Hoje não há mais esse problema, então não preciso mais de livros impressos.
Basicamente, Zombieland é uma comédia sobre zumbis. O trailer tem cenas pra lá de engraçadas e a violência corre solta. O trailer mostra um filme bastante promissor. Zombieland tem tudo para se tornar uma das melhores comédias do ano.
Veja o trailer e tire suas próprias conclusões.
O filme tem estréia prevista para o dia 4 de dezembro de 2009, no Brasil.
Esse tipo de notícia é assustadora. A Universal Studios e a Mattel assinaram um acordo para fazer um filme live-action - isso mesmo, com atores – da boneca Barbie. E você achando que a falta de imaginação dos induvíduos já tinha batido no fundo do poço.