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segunda-feira, 27 de março de 2017

Celine Dion e Peabo Bryson X Ariana Grande e John Legend

A nova versão do filme a Bela e a Fera é realmente fantástica. Conseguiu ser tão bonita emocionante quanto o desenho de 1991. Se você não assistiu ainda, vá! Está perdendo um dos melhores filmes do ano.
Agora, é inevitável comparar as duas versões da canção título do filme. Em 1991 os cantores Celine Dion e Peabo Bryson deram um show de performance com uma arranjo instrumental de fazer inveja a muita orquestra e transformaram a canção Beaut and Beasty em um hit que toca até hoje! Agora a tarefa recaí sobre Ariana Grande e John Legend. A escolha natural para pegar os jovens que nem sabem direito quem foram Celine e Bryson. A música é a mesma, o ritmo foi acelerado e a música perdeu quase toda a parte instrumental. Outro detalhe é que os dois cantores são chegados naqueles gemidinhos insuportáveis que viraram padrão para os cantores atuais.
Minha opinião? A versão ficou muito bonita e só. A versão de 1991 ainda é muito superior, tanto pela qualidade dos cantores quanto da produção. Mas, gosto é gosto. Veja os vídeos das duas versões e tire suas próprias conclusões.

Primeiro a verão original de 1991 com Celine Dion e Peabo Bryson!

Agora a nova versão com Ariana Grande e John Legend!



terça-feira, 17 de julho de 2012

O Justiceiro: Dirty Laundry

Recentemente a Marvel recuperou os direitos cinematográficos de dois de seus personagens: O Justiceiro e Blade.

Blade até que começou bem na telona – o primeiro filme é bem razoável – mas caiu em desgraça com duas continuações intragáveis. Já o Justiceiro só pagou mico no cinema – e não vou nem falar daquele estreado por Dolph Lundgren em 1989, procure por conta e risco. Em 2004 fizeram um filme do The Punisher pasteurizado e, depois, até que tentaram recuperar o personagem com o filme Punisher: War Zone, mas esse, apesar de bom, fracassou de modo retumbante nas bilheterias e afundou mais rápido que o Titanic. O problema é que o Justiceiro é um personagem violento. Com ele não tem conversa…Deu uma de babaca…morreu! Mas os estúdios tem essa mania de tentar encaixar os filmes em uma faixa etária que até bebes de colo possam assistir e dá no que dá!

Bom, enquanto a Marvel não ressuscita  nenhum dos dois personagens no cinema, um grupo resolveu fazer um curta – não oficial, é claro – mostrando como é que deve ser um filme do Justiceiro. O curta foi escrito por Chad St. John e foi dirigido por Phil Joanou. Traz no elenco Thomas Jane, voltando a pele de Frank Castle e ainda conta com a participação de Ron Perlman como o dono da loja de bebidas.

Só avisando: o curta é extremamente violento, assim como o personagem, mas é ótimo!

Qual a diferença entre justiça e punição?

sexta-feira, 8 de junho de 2012

[Crítica] Capitão América: O Primeiro Vingador

Ficha Técnica

Título Original

Captain America: The First Avenger

Diretor Joe Johnston
País de Origem (Ano de Produção) Estados Unidos (2011)
Duração 2 horas e 4 minutos
Gênero Aventura
Do que se trata?

Durante a 2a. guerra mundial, o jovem e raquítico Steve Rogers (Chris Evans) quer se alistar de qualquer maneira, mas é recusado em todas as tentativas. Assim, para poder ir à guerra, aceita participar de uma experiência que visa criar supersoldados. Só que em vez de ir para a guerra, o exército  o utiliza para fazer propaganda e vender bônus de guerra, vestido com o famoso uniforme com as cores da bandeira dos Estado Unidos. Só que um plano nazista coloca Rogers no front, onde assume a alcunha de Capitão América e passa a lutar na guerra.

 
O que achei…

Olha, eu esperava bem mais. Sério! O filme é de um bom-mocismo que chega a irritar. É uma produção impecável e bem amarrada, a história de como Steve Rogers vira o Capitão América é ótima, mas, a partir do momento que o Capitão entra pra valer na guerra, só falta ele virar para a plateia e dizer "Meninos e meninas, obedeçam seus pais e nunca fumem nem bebam bebidas alcoólicas.".  Hugo Weaving, como o vilão Caveira Vermelha, até que tenta, mas a luta final entra os dois acaba sendo bem fraquinha. A impressão é que os roteiristas vão perdendo as idéias no meio do caminho, e olha que tem revistas e mais revistas em quadrinho do Capitão América para que eles nem precisem de inspiração. É só copiar e colar. Mesmo assim, acontece isso. Espero que depois do filme dos vingadores as coisas melhorem.

Razões para assistir!

- A história de como Rogers vira o Capitão América é bem interessante e acaba te prendendo.

- É um filme bem produzido e bem feito. Tecnicamente e visualmente é um show a parte.

Razões para NÃO assistir!
- O bom-mocismo de Rogers fica irritante do meio do filme para a frente.
- A luta final é bem fraquinha. Bom, culpa dos últimos filmes dos X-Men que deixaram tudo mais difícil  para os diretores atuais.
Cotação: Bom!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

[Crítica] Melancolia

Ficha Técnica

Título Original Melancholia
Diretor Lars Von Trier
País de Origem (Ano de Produção) França, Dinamarca, Suécia e Alemanha (2011)
Duração 2 horas e 10 minutos
Gênero Ficção Científica e Drama
Do que se trata?

Narra a história de Justine(Kirsten Dunst), sua irmã Claire(Charlotte Gainsbourg) e do marido de Claire, John(Kiefer Sutherland), começando com a tentativa de casamento de Justine e depois desenrolando com os problemas existenciais das duas irmãs. Tudo isso, enquanto um gigantesco planeta, chamado Melancolia, vem em rota de colisão com a Terra.

 
O que achei…

Finalmente descobriram a cura da insônia! Melancolia é cheio daquelas cenas de filme cabeça, com um monte de sentidos - pelo menos é o que uns e outros acham - e que as professoras de português e literatura do segundo grau adoravam passar para nós, em uma interminável sessão de tortura. E Melancolia é bem isso: um filme interminável e arrastado. Justine é uma pirada que bota um par guampas no marido durante o casamento, a irmã Claire é outra doida varrida, melancólica, chorona e uma chata de galocha. O marido de Claire, John, parece mais um médico psiquiátrico, pois, viver com essas duas depressivas só se for devido a uma pesquisa sobre psique humana. A primeira parte do filme mostra o casamento de Justine: Interminável e insuportável. Depois passa para os problemas existenciais das duas irmãs... Quer saber! Depois de 30 minutos o que mais se deseja é que o tal planetão atinja a Terra e acabe com esses personagens insuportáveis! Mas, aí, é só assistir os primeiros 15 minutos do filme.

Razões para assistir!

- Só se você, realmente, não tiver mais nada para fazer e não estiver conseguindo dormir, pois esse filme vai fazê-lo ressonar.

Razões para NÃO assistir!
-  É chato, é arrastado e intragável.

Cotação: Passe longe!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

[Crítica] Além da Vida

Cartaz

Ficha Técnica

Título Original Hereafter
Diretor Clint Eastwood
País de Origem (Ano de Produção) EUA (2010)
Duração 2 horas e 9 minutos
Gênero Drama
Do que se trata?

Além da Vida conta a história de três pessoas que são tocadas pela morte de maneiras diferentes: Marie (Cécile  De France) é uma jornalista francesa que escapa da morte durante um tsunami. George (Matt Damon), americano, é médium, já ganhou dinheiro com seu dom, mas considera esse dom uma maldição, já que não consegue levar uma vida normal por causa disso. Em Londres, o menino Marcus (Frankie McLaren/George McLaren) perde alguém muito próximo e, sem se conformar com isso, parte na desesperada busca de repostas. Cada um segue sua vida, sem saber que elas se cruzarão e mudarão suas crenças para sempre. 

 
O que achei…

Um filme dirigido por Clint Eastwood e produzido por Steven Spielberg? Bom o resultado só poderia ser esse, um filme maravilhoso e sensível e que não cai no fanatismo religioso. Longe disso. O filme mostra de uma maneira muito imparcial essa impotência que nós humanos sentimos diante da morte e da pergunta: O que vem depois? Eu comecei a assistir e não consegui parar. O filme tem uma força que anda meio difícil de ver nas produções atuais. É muito interessante acompanhar a trajetória dos três personagens principais e que, por sorte ou destino, se cruzam fazendo com que, no fim das contas, a reposta para a pergunta crucial do filme, não pareça ter tanta importância, afinal, o importante é se preocupar com a vida e com os vivos e deixarmos para saber a resposta no momento oportuno.

Razões para assistir!

- Direção de Clint Eastwood e produção de Steven Spielberg? É, no mínimo, obrigatório!
- O filme trata do tema da vida e vida após a morte de maneira sensível e sem fanatismos.
- Bem dirigido e produzido, não insulta sua inteligência.

Razões para NÃO assistir!
- Nenhuma. Assista, sim!

Cotação: Ótimo EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela

sábado, 22 de outubro de 2011

[Crítica] Monstros

Ficha Técnica

Título Original Monsters
Diretor Gareth Edwards
País de Origem (Ano de Produção) Reino Unido (2010)
Duração 1 hora e 34 minutos
Gênero Ficção Científica

Do que se trata?

Há seis anos a NASA enviou uma sonda espacial para coletar amostras de uma possível vida extraterrestre em nosso sistema solar. Ao retornar ela caiu na América Central, provocando o alastramento de formas de vida alienígena. Metade do território mexicano foi então colocado em quarentena e rotulado como Zona Infectada. Numa missão arriscada, o fotojornalista Andrew Kaulder (Scoot McNairy), enviado ao México a trabalho, é encarregado de escoltar Samantha Wynden (Whitney Able), a filha de um figurão, de volta aos Estados Unidos. Só que um imprevisto ocorre e eles são obrigados a atravessar o território hostil da Zona Infectada.

 
O que achei…

Monsters foi uma ótima surpresa. Uma história bem contada e bem montada. Infelizmente, Monsters é uma dos raros casos de bom filme de ficção dessa ultima safra. Dá para contar nos dedos as produções de ficção científica dignas de nota nesses últimos dois anos. Apesar do baixo orçamento, é um filme que não fica devendo em nada para as grandes produções do gênero. Apelando para uma visão mais realista, o filme se passa em uma época em que a fronteira do México com os Estado Unidos é dividida por uma enorme zona de quarentena, depois que um satélite caiu na área, trazendo uma estranha forma de vida que, adaptando-se perfeitamente ao ambiente, gera monstros descomunais que destroem tudo o que acham pela frente. No meio disso tudo entra o fotojornalista Andrew Kaulder (Scoot McNairy) que acaba tendo que levar a filha do chefe de volta para casa. Na fuga, um imprevisto obriga o jornalista e a moça piradona a passar por dentro da zona de quarentena, em meio ao tiroteio dos exércitos americano e mexicano lutando para conter os monstros. Um filme bem acima da média e que bebe no mesmo estilo realista de Distrito 9. Para quem gosta de um bom filme de ficção cientifica e anda meio sem opção, é uma ótima pedida.

Razões para assistir!

- O filme mostra como é possível produzir boa ficção cientifica com um orçamento reduzido.

- Um filme bem feito, com uma história interessante e muito bem contado.

Razões para NÃO assistir!

- As vezes o filme parece dar umas paradas, mas nada que comprometa o resultado final.

- Como tem um estilo mais realista, por vezes a câmera "nervosa" irrita um pouco.

Cotação: Ótimo EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

[Crítica] Dragonball Evolution

Ficha Técnica

Título Original Dragonball Evolution
Diretor James Wong
País de Origem (Ano de Produção) Hong Kong, EUA (2009)
Duração 1 hora e 24 minutos
Gênero Aventura

Do que se trata?

Baseado no desenho homônimo, conta a história de Goku, atrás das tais bolas dragão.

 
O que achei…
Olha, como sessão da tarde, por uma única vez, até passa, e só. Não chega a ser um péssimo filme mas, também, não empolga. Apesar de ser baseado no desenho - o qual eu nunca gostei muito - o filme não soube aproveitar toda a mitologia da série, pior, tentou aglutinar, adaptar e forçar tudo em 84 minutos. O resultado não poderia ser outro. Um filme capenga e que não decola nunca e com um monte de lutas enfiadas no meio para encher linguiça.

Razões para assistir!

- Se você não tiver nada para fazer e esse for o único filme disponível.

- Você é fã ardoroso do manga e da animação e consome tudo relacionado a ela.

Razões para NÃO assistir!

- Na tentativa de agradar aos fãs e, principalmente, aos que não seguem a franquia, fizeram uma mistureba. Só podia dar no que deu.

- Se você detesta Dragonball, vai passar a odiar se assistir esse filme.

Cotação: Ruim Estrela

domingo, 11 de setembro de 2011

[Crítica] Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Desconhecidas

Ficha Técnica

Título Original Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides
Diretor Rob Marshall
País de Origem (Ano de Produção) EUA (2011)
Duração 2 horas e 17 minutos
Gênero Aventura

Do que se trata?

Jack Sparrow está de volta, enlouquecendo seus inimigos e alegrando a plateia. Dessa vez Jack está atrás da mítica fonte da juventude.

 
O que achei…
Como os filmes anteriores, Piratas do Caribe 4 é divertido e com uma história pra lá de enrolada. Parece que primeiro escreveram o roteiro contando a linha mestra da história e depois foram colando os acessórios, como a história de amor do religioso e da sereia que vai do nada para lugar nenhum, os conquistadores espanhóis que atravessam meio mundo só pra detonar a fonte no final - sério, não entendi qual era a dos caras. Só Jonnhy Deep e seu Jack Sparrow salvam o filme. Esse, alias, é o filme em que Jack mais aparece. O vilão Barba Negra e sua filha, a belíssima Penelope Cruz, fazem uma boa mistura com o impagável Sparrow. O resto do elenco nem sabe o que está fazendo lá. Não é um filme ruim, mas, também, não é o melhor dos quatro. Para assistir, rir um pouco e esquecer. 
 
Razões para assistir!

- Jack Sparrow é motivo mais do que suficiente.

Razões para NÃO assistir!

- A história não empolga e tem personagens demais que não servem para nada na trama.

- O filma anda na média das produções caça-niqueis da leva atual. Escrevem um roteiro com os personagens conhecidos, misturam tudo e esperam o dinheiro entrar.

Cotação: Mais ou menos EstrelaEstrelaEstrela

domingo, 10 de julho de 2011

[Crítica] X-Men: Primeira Classe

Ficha Técnica

Título Original X-Men: First Class
Diretor Matthew Vaughn
País de Origem (Ano de Produção) EUA (2011)
Duração 2 horas e 12 minutos
Gênero Aventura

Do que se trata?

O filme conta como Charles Xavier (James McAvoy), formado em teologia e filosofia e que realiza um trabalho de pós-graduação junto às Nações Unidas, conhece Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), filho de judeus que foram assassinados pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Erik é um sobrevivente e só escapou do holocausto por causa de seu poder mutante de controlar metais. Charles e Erik tornam-se bons amigos, mantendo um respeito mútuo pela inteligência e ideais do outro. O filme mostra, também, como nasceram as diferenças entre os dois, durante a crise dos mísseis de Cuba, que leva Charles a criar a Escola para Jovens Superdotados e Erik a seguir o caminho da destruição dos humanos.

 
O que achei…
X-Men: First Class realmente é um oásis em um deserto de produções passáveis e desnecessárias. O filme volta ao tema do preconceito, agora mostrando as origens de Charles Xavier e Erik Lehnsherr e seu primeiro encontro nos anos 1960. O filme vai mais fundo no tema preconceito mostrando a batalha pela tolerância - bandeira hasteada por Charles - contra os que acham que só uma raça deve prevalecer - pensamento de Erik. Mesmo com todas essas diferenças, eles unem forças contra um inimigo comum. O filme mostra onde tudo começou, o primeiro encontro de diversos personagens e como suas diferenças cresceram e apareceram, os conflitos internos de cada um e as consequências disso tudo. Realmente uma das melhores adaptações do universo Marvel nos últimos anos, com atores jovens em ótimas atuações. Um dos melhores filmes do ano!
 
Razões para assistir!

- Produção esmerada, com ótima história. Uma produção cuidadosa e com ótimos efeitos especiais.

- Conhecer a origem de diversos personagens, saber como Charles e Erik tornaram-se inimigos, como a escola surgiu entre outras coisas mais.

Razões para NÃO assistir!

- Sem contraindicações.

Cotação: Excelente! EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela